Voltei com meu blog.
Porque eu precisava voltar a escrever.
Escrever sobre tecnologia.
Sobre trabalho.
Sobre pessoas.
Sobre internet.
Faço mestrado.
Então provavelmente vai ter texto sobre pesquisa.
Sobre artigo.
Sobre prazo.
Sobre orientador.
(Ele é gente boa. Não vou falar mal dele.)
Também vai ter coisa da vida.
Eu fiz uma casa pra minha mãe com 21 anos.
Sim.
Uma casa de duzentos mil reais.
Com 21 anos.
E sozinho.
Talvez eu tenha algumas coisas pra falar sobre isso.
Talvez eu fale sobre dinheiro.
Talvez eu fale sobre o que eu acho.
Talvez eu fale sobre política.
Ou talvez eu apague tudo cinco minutos depois.
Quero compartilhar experiências também.
Experiência boa.
Experiência ruim.
Coisa que deu certo.
Coisa que parecia genial às 2 da manhã e horrível às 8.
Talvez eu fale de software distribuído.
Talvez eu fale sobre o vazio espiritual.
Talvez sobre vazio existencial.
Não sei ainda.
A única certeza é:
eu vou escrever.
Muito.
E antes que alguém tente interpretar tudo isso de forma séria demais:
isso aqui é ficção.
Tudo act.
Tudo exagero.
Tudo ironia.
Ou talvez não.
Na Grécia Antiga um pensador não era de uma área só.
Ele era de várias.
“O Banquete”, de Platão, é praticamente uma grande ironia coletiva.
Uma comédia filosófica disfarçada de discussão séria.
Talvez aqui seja isso também.
Não é porque eu trabalho com computação que minha vida seja apenas computação.
Então já avisando:
os textos com opiniões fortes vão continuar sendo só opiniões fortes.
Eu me reservo ao direito de escrever.
De exagerar.
De contradizer.
De mudar de ideia no meio do caminho.
Afinal:
isso é ficção.
E sendo ficção,
eu escrevo da forma que eu achar melhor.
Ou pelo menos da forma que parecer verdadeira às 01:47 da manhã.
No mais:
bem-vindo.
Aproveite.
É assim que eu penso.
(ou é só act, guys)